Cida Airam
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Dilemas Musicais !!!
jazz versus samba; violão versus guitarra elétrica; acordes consonantes versus acordes de nona; produção individual versus indústria cultural; compositor-militante versus artista alienado; música +" raízes" brasileiras versus música norte-americana...desde a década de 60 vivemos os mesmos dilemas ??
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Airam e os Coroados
Projeto Airam e os Coroados no Show Na Malemolência do Balacobaco e do Borogodó.
Dia 03 de novembro às 20 horas no Realejo Culinária Acústica.
Músicos:
Cida Airam na voz
Murilo Damasceno na guitarra acústica e no violão
Fabio Abu no Cavaco e no contrabaixo
Marcelo Teixeira no Clarinete
Luis Rolim na percussão
“Vou cantar ritmos dançantes: Carimbó, Xote, Baião, Samba, Choro, Maracatu e Coco de Rosa, para dar aquela coceirinha no pé. O público vai ouvir canções que vão além do eixo Rio-São Paulo, reconhecendo a diversidade de sons do nosso Brasil”
Dia 03 de novembro às 20 horas no Realejo Culinária Acústica.
Músicos:
Cida Airam na voz
Murilo Damasceno na guitarra acústica e no violão
Fabio Abu no Cavaco e no contrabaixo
Marcelo Teixeira no Clarinete
Luis Rolim na percussão
“Vou cantar ritmos dançantes: Carimbó, Xote, Baião, Samba, Choro, Maracatu e Coco de Rosa, para dar aquela coceirinha no pé. O público vai ouvir canções que vão além do eixo Rio-São Paulo, reconhecendo a diversidade de sons do nosso Brasil”
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Receita pra dor de Amor
Ralador - Roque Ferreira
Pra dor de amor, eu não faço sala
Amor me deixa, outro amor me embala
Eu sou um coco que seu ralador não rala
A tristeza quando chega
Se deixar, ela se instala
Se ela vê peito vazio
Quer fazer festa de gala, ê
Mas comigo não tem jeito
Ela nem desfaz a mala
Que um amor quando me deixa, sinhô
Tem outro em ponto de bala
A tristeza a gente sente
Quando o seu chicote estala
Se ela vê sinal de pranto
Lambe o beiço e se regala
Mas meu peito não se curva
À bota, tacão, bengala
Meu amor que é de quilombo
Não se prende em dor de senzala
Amor me deixa, outro amor me embala
Eu sou um coco que seu ralador não rala
A tristeza quando chega
Se deixar, ela se instala
Se ela vê peito vazio
Quer fazer festa de gala, ê
Mas comigo não tem jeito
Ela nem desfaz a mala
Que um amor quando me deixa, sinhô
Tem outro em ponto de bala
A tristeza a gente sente
Quando o seu chicote estala
Se ela vê sinal de pranto
Lambe o beiço e se regala
Mas meu peito não se curva
À bota, tacão, bengala
Meu amor que é de quilombo
Não se prende em dor de senzala
Assinar:
Postagens (Atom)
